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A felicidade dos alunos com a instituição de ensino influencia diretamente o desempenho acadêmico dos estudantes

Sérgio Amad, docente do Hospital Albert Einstein e pós-graduado pela FGV e pela Universidade de Ohio, afirma que a felicidade gera alta performance no aprendizado. Por esse motivo, pesquisas e questionários que buscam descobrir o nível de felicidade dos alunos na escola podem ser relevantes para solucionar possíveis problemas acadêmicos.

Claudia Peruccini, gerente pedagógica da Red Balloon, afirma que, ao dar espaço para que os alunos expressem suas opiniões, a escola contribui para sua formação como agentes transformadores. “Nos empenhamos em proporcionar um ambiente acolhedor, seguro, feliz e propício ao aprendizado”, diz ela.

A felicidade e o desempenho acadêmico

Um estudo de um pesquisador do Insper demonstrou que a falta de habilidades socioemocionais influencia na performance dos estudantes em provas. Na pesquisa, foram apontados os resultados do exame internacional Pisa, no qual grande parte dos estudantes brasileiros não conseguiram responder todas as questões pela falta de tempo e perseverança.

Ou seja, tão relevante quanto os conteúdos e habilidades cognitivas, é o preparo emocional, que deve ser levado em consideração ao coletar dados acadêmicos dos estudantes. Um aluno feliz com a instituição de ensino é capaz de sentir maior interesse pelos conteúdos e pelo estudo, tornando-se mais motivado a aprender.

As pesquisas de felicidade nas escolas

Para que as escolas possam tomar medidas que aprimorem a felicidade dos alunos, é preciso coletar informações. Existem muitos motivos que podem levar uma criança ou adolescente a estar infeliz — dificuldades de aprendizado, problemas de relacionamento com os colegas ou transtornos psicológicos, por exemplo —, e a instituição precisa ter essas noções.

A Red Balloon, em parceria com a pedagoga Learice Alencar, lançou o Projeto Felicidade na Escola. De acordo com Claudia Peruccini, ele tem como objetivo mensurar o tanto de felicidade que há dentro de uma instituição e traçar planos de ação para que o ambiente escolar seja um lugar em que o estudante sinta alegria e prazer em estar.

“Em colaboração com Learice, realizamos então uma pesquisa de campo com nossos estudantes entre 12 e 17 anos. A pesquisa parte da premissa de bem-estar de Seligman e está estruturada em cinco categorias: emoção positiva, engajamento, sentido, realização e relacionamentos positivos”, conta Claudia.

Com esses dados, será possível criar um plano de ação para tornar os ambientes educativos mais felizes e mais propícios à aprendizagem, de acordo com as necessidades dos alunos de cada instituição, e consequentemente melhorar o desempenho acadêmico geral dos estudantes.